O teu coração que era meu
E nele habitava o nosso amor,
Hoje não é nem teu.
Aquele coração, aquele que me pertenceu,
Sublime amor não morreu.
E me dói estar apenas frio
É um mar, embora
Um mar gelado,
Outrora tão pulsante, tão vivo!
Amanda A. Guedes
sábado, 10 de outubro de 2009
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